Bebê que foi raptado pelos próprios pais retorna para o HU em Cascavel


O bebe de apenas dois meses de idade foi localizado pelo Conselho Tutelar na cidade de Anahy na tarde desta sexta-feira (22), sendo que a Polícia Militar e SAMU de Nova Aurora estiveram no local. Os pais segundo informações foram encaminhados pela PM para depoimentos e a criança encaminhada pela ambulância do SAMU para o Hospital Universitário de Cascavel, de onde a criança estava internada. Outros detalhes dão conta que o bebê nasceu prematuro no sétimo mês de gestação no dia 14 de fevereiro, pesando apenas um quilo e cinquenta e cinco gramas e até então não havia recebido alta.

A criança estava com risco de ficar cega e por isso necessitava ficar no hospital e a suspeita era que os próprios pais pudessem ter raptado a criança, sem que os funcionários percebessem.

 

Nota do hospital sobre o desaparecimento

 

Foi registrada no domingo, por volta das 20h do dia 17 de abril, uma fuga de paciente no HUOP (Hospital Universitário do Oeste do Paraná). Um bebê de dois meses que estava na maternidade foi retirado pelos pais sem alta médica e sem autorização do hospital. O bebê, do sexo masculino, nasceu prematuro no dia 14 de fevereiro, com 1.055 gramas. A gestação era de 29 semanas e considerada de risco com o agravante da mãe não ter realizado pré-natal. O recém-nascido foi encaminhado à UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Neonatal, onde permaneceu por 30 dias até ser transferido à UCI (Unidade de Cuidados Intermediários). No dia 11 de abril, com mais peso, o bebê foi transferido à maternidade onde esteve internado até o dia 17 de abril.

 

Neste dia, por volta das 19h, o pai do bebê entrou para fazer uma visita e por volta das 20h, quando terminou a visitação foi percebida a ausência da criança e da mãe. De imediato foi acionado o Conselho Tutelar e registrado um boletim de ocorrência na Delegacia da Polícia Civil. A criança não estava liberada para voltar para casa alta pois ainda inspira cuidados devido problemas na visão com risco de cegueira e com necessidade de uma cirurgia oftalmológica. Inclusive, estavam sendo feitas avaliações para que em breve fosse realizado o procedimento. Não está descartado que os pais tenham trocado a roupa do bebê e não se sabe se foi usada uma saída alternativa para a fuga. O Conselho Tutelar e a Polícia Civil estão investigando e uma averiguação detalhada do caso será realizada pelo hospital.

 

Fonte /Leo Silva

 





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